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A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento materno (exclusivo) por seis meses e complementando com outros alimentos até os dois anos ou mais.

Amamentar é muito mais do que alimentar a criança, é um processo que necessita envolvimento entre mãe e filho, com bons resultados na saúde da criança e também da mãe. Durante os dias 01 e 07 de agosto acontece a Semana Mundial de Aleitamento Materno, que visa incentivar e apoiar o aleitamento materno. Esse ano a campanha tem como tema: “Apoio as mães que amamentam: próximo, contínuo e oportuno”.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento materno (exclusivo) por seis meses e complementando com outros alimentos até os dois anos ou mais. Amamentar é muito mais do que alimentar a criança, é um processo que necessita envolvimento entre mãe e filho, com bons resultados na saúde da criança e também da mãe. Durante os dias 01 e 07 de agosto acontece a Semana Mundial de Aleitamento Materno, que visa incentivar e apoiar o aleitamento materno. Esse ano a campanha tem como tema: “Apoio as mães que amamentam: próximo, contínuo e oportuno”.

Durante a abertura oficial da semana em Chapecó, que aconteceu na quinta-feira (01/08) no Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nes, o Presidente da Diretoria Executiva da Associação Hospitalar Lenoir Vargas Ferreira, entidade filantrópica que administra o Hospital Regional do Oeste – HRO, Severino Teixeira da Silva Filho, destacou a importância do evento e também da atualização dos profissionais que atuam diariamente na área da saúde. Segundo ele, em dezembro de 2013, o hospital completará 15 anos com o título de Hospital Amigo da Criança, e por isso, ele destacou o desafio de manter esse reconhecimento e realizar ainda mais ações em benefício das mamães e bebês.

De acordo com Andreia Cristina Dall´Agnoll, enfermeira obstetra, o incentivo ao aleitamento materno é um trabalho constante dentro do HRO. Segundo ela, todas as mamães recebem orientações e dicas sobre amamentação, e podem tirar dúvidas sobre higiene, cuidados, alimentação e saúde dos bebês. A enfermeira comenta que a amamentação é essencial até os seis primeiros meses de vida da criança e pode ser continuada até aos dois anos ou mais. Durante a Semana Mundial do Aleitamento Materno, segundo ela, o principal objetivo é aconselhar e apoiar as mães, não só no ato de amamentar, mas também nas dificuldades que elas encontram. “As orientações, dicas, apoio e acompanhamento são essenciais”, destacou.

Segundo ela, a programação da Semana Mundial do Aleitamento Materno, promovida em Chapecó pelo Hospital Regional do Oeste, Hospital da Criança, Hospital Nossa Senhora da Saúde, Associação Hospitalar Lenoir Vargas Ferreira, Unochapecó, Udesc, Laboratório Brasil, Receita Federal do Brasil, Malhas Guarujá, Relatec, Vox Brazil e Prefeitura de Chapecó, tem palestras, mesa redonda e ações de orientação a comunidade. Nesta quinta-feira (01/08) aconteceu no Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nes, palestra com o Farmacêutico especialista em Medicina Chinesa e Acupuntura, Paulo Varanda, com o tema: “A Hipogalactia na Medicina Chinesa e Acupuntura”. Ainda na programação, uma Roda de Conversa sobre o tema da semana: “Apoio as mães que amamentam: próximo, contínuo e oportuno”. Participaram das discussões a Enfermeira Grasiela Cagol, Ginecologista e Obstetra Aliceu Kannenberg, Pediatra Margarida Alba Winckler, Nutricionista Karyne Kreuz, Fonoaudióloga Rúbia Nedel, Coordenadora Enfermeira Jucimar Frigo, Mediadora Enfermeira Andreia Cristina Dall´Agnoll, Assistente Social Marlei dos Santos, representantes da comunidade Silvana Zanotelli e Rosana Amora Ascari. A programação prevê para os dias 05, 06 e 07 de agosto, uma Atividade Conjunta e Integrada na Comunidade, com panfletagem no Calçadão de Chapecó, para tirar dúvidas, acompanhar pessoas que estejam amamentando, orientar gestante e a comunidade em geral sobre o tema amamentação.

A superioridade do leite materno sobre os demais leites de outras espécies já está comprovada por estudos científicos:

Para o recém-nascido:
Diminui o risco de morte infantil;
Evita diarréia;
Diminui o risco de infecção respiratória;
Diminui o risco de alergias;
Melhora a nutrição;
Tem efeito positivo na inteligência;
Melhora o desenvolvimento da cavidade bucal;
Promove o vínculo afetivo entre mãe e filho;
Melhora a qualidade de vida.

Para a mãe:
Diminui o risco de pressão alta, colesterol e diabetes;
Reduz a chance de obesidade;
Protege contra câncer de mama;
Evita nova gravidez;
Reduz custos financeiros;
Promove o vínculo afetivo entre mãe e filho;
Melhora a qualidade de vida.

10 passos para uma alimentação saudável:

1º passo: Dar somente leite materno até os seis meses, sem oferecer água, chás ou qualquer outro alimento;
2º passo: A partir dos seis meses, introduzir de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo o leite materno até os dois anos de idade ou mais.
3º passo: Após os seis meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas, legumes) três vezes ao dia, se a criança receber leite materno, e cinco vezes ao dia, se estiver desmamada.
4º passo: A alimentação complementar deve ser oferecida de acordo com os horários de refeição da família, em intervalos regulares e de forma a respeitar o apetite da criança.
5º passo: A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher; começar com consistência pastosa (papas/purês) e, gradativamente, aumentar a consistência até chegar à alimentação da família.
6º passo: Oferecer à criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada é uma alimentação colorida.
7º passo: Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições.
8º passo: Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação.
9º passo: Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos; garantir o seu armazenamento e conservação adequados.
10º passo: Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação.