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Respeitamos e acatamos a decisão da Anvisa em não aplicar a técnica.

Estudos científicos já publicados sobre a AUTO-HEMOTERAPIA.

Respeitamos e acatamos a decisão da Anvisa em não aplicar a técnica As informações contidas neste site são meramente consultivas  baseadas nas referências citadas
 
Segundo os estudos científicos:
 
A auto-hemoterapia é uma técnica muito simples, baseia-se na retirada de sangue venoso da prega de flexão do cotovelo ou outra parte do corpo e, logo imediatamente a aplicação deste sangue no intramuscular convencional.
 
É importante ressaltar que o sangue aplicado no intramuscular não é acrescido de nenhum medicamento ou substância.
 
A Auto-hemoterapia é um tratamento descoberto empiricamente em 1.912 por um professor médico da Universidade de Paris.
 
Em 1.940 o Dr. Jêsse Teixeira, um grande cirurgião de tórax, brasileiro, descobriu o mecanismo de ação da Auto-hemoterapia, comprovando assim cientificamente seu uso para tratar inúmeras doenças.
 
Dr. Jêsse Teixeira, em seu trabalho, publicado na revista científica BRASIL-CIRÚRGICO, Órgão oficial da Sociedade Médico-Cirúrgica do Hospital Geral da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, vol. II, março de 1.940, número 3, páginas 213 – 230. Baseando-se também, em um artigo publicado no “The American Journal of Surgery” (May, 1.936 – pag. 321), intitulado “AUTOHEMOTRANSFUSÃO in Preventing Postoperative Lung Complications” e assinado pelo Dr. MICHAEL W. METTENLEITER (cirurgião, que na época, pós-graduava pelo Hospital de Nova York).
 
Comprovaram-se diversos efeitos, que a auto-hemoterapia proporciona, restabelecendo assim a saúde.
 
 
ALGUNS EFEITOS COMPROVADOS DA AUTO-HEMOTERAPIA
 
 
Potencialização do Sistema Imunológico: 
Através de inúmeras pesquisas comprovou-se a estimulação e liberação de muitas células de defesa do organismo, dentre as quais, os monócitos (no sangue) que nos tecidos por maturação são chamados de macrófagos, aumentando em seu número mais de quatro vezes (de 5% para mais de 22%). Como a elevação dos monócitos/macrófagos, a elevação do índice bactericida dos humores prova  a estimulação dos poderes defensivos do organismo através da estimulação do Sistema Retículo Endotelial que também pode ser chamado de Sistema Monócito-Macrófago.
 
 
Funções do macrófago ativado: (GUYTON)
 
- Os macrófagos têm papel importante na remoção de restos de células e de elementos intercelulares alterados que se formam nos processos involutivos fisiológicos, bem como bactérias, vírus, tecido necrosado, células neoplásicas (cancerosas), partículas inertes que penetram no organismo.
 
- Maior atividade fagocitária, maior capacidade de matar e digerir partículas estranhas, produção de lisosomas aumentada, e secretam diversas substâncias que participam do processo defensivo atraindo leucócitos e estimulando a atividade de outras células.
 
- Alguns macrófagos secretam diversas substâncias que têm papel importante nos processos imunitários de defesa. Outros, denominados células dendríticas ou células apresentadoras de antígenos, mostram numerosos prolongamentos que aumentam consideravelmente a superfície celular, onde ficam retidas as moléculas estranhas (antígenos), facilitando a resposta imunitária.
 
- Quando os macrófagos encontram corpos estranhos de grandes dimensões, os macrófagos fundem-se uns com os outros, constituindo células muito grandes com 100 ou mais núcleos (células gigantes multinucleadas).
 
- Com isso, observa-se o tratamento de mioma uterino e cisto ovariano.
 
 
 
• Macrófagos teciduais na pele e nos tecidos subcutâneos (histiócitos).
 
Apesar da pele ser normalmente resistente a agentes infecciosos, essa qualidade não se mantém quando sua integridade é rompida. Nos casos em que a infecção se instala nos tecidos da pele, como é o caso do acne(espinhas), seguida de inflamação local , os macrófagos teciduais podem reproduzir-se in situ, formando mais macrófagos. Os macrófagos desempenham suas funções habituais de atacar e destruir os agentes infecciosos, stafilococcus aureus normalmente causador do acne juvenil (espinhas).
 
 
• Macrófagos alveolares.
 
O sistema respiratório constitui outra via pela qual os microorganismos invasores freqüentemente penetram no organismo. Felizmente, os macrófagos teciduais estão presentes em grande número como componentes integrantes das paredes alveolares. São capazes de fagocitar (engolir) partículas que ficaram retidas nos alvéolos. Se as partículas forem digeríveis, os macrófagos também podem digeri-las e liberar os produtos digestivos na linfa. Se as partículas não forem digeríveis, os macrófagos formam quase sempre uma cápsula de “célula gigante” em torno da partícula até que seja lentamente dissolvida. Essas cápsulas são quase sempre formadas em torno dos bacilos da tuberculose, em pneumonias (pneumococus), de partículas de pó de sílica, etc.
 
 
Poder desintoxicante e revitalizante:
 
Como a auto-hemoterapia aumenta consideravelmente o número de leucócitos nos órgãos abdominais, e conseqüentemente, a um incremento nas funções orgânicas, particularmente do fígado, acelerando a secreção de ácidos biliares e os processos de desintoxicação.
 
 
Tratamento de Alergias:
 
Alergia é uma reação do sistema imunológico. Uma das apresentações mais comuns de alergia é caracterizada pela formação de anticorpos de uma determinada classe de proteína, chamada de IgE - imunoglobulina E. Estes anticorpos são específicos para componentes (alérgenos) do ambiente, como os ácaros, fungos, alimentos e insetos. A sensibilização por um destes fatores causadores da alergia seria a formação da IgE. Em 1977, o Index Clínico, de Alain Blacove Belair, expressa: "(...) auto-hemoterapia – terapêutica de dessensibilização não específica". Assim devido a auto-hemoterapia dessensibilizar o corpo de forma não específica, ajuda no tratamento de alergias.
 
Prevenção das doenças: partindo do princípio de que, todas as doenças são causadas por uma deficiência do sistema imunológico, obtém-se excelentes resultados contra gripes, resfriados, desgaste físico e mental, usando a auto-hemoterapia de forma preventiva.
 
ESTUDO DA PAPILOMATOSE CUTÂNEA EM BOVINOS LEITEIROS:
COMPARAÇÃO DE DIFERENTES TRATAMENTOS
 
ANA PAULA IGLESIAS SANTIN - Professora Assistente MS da Escola de Veterinária – Universidade Federal de Goiás/UFG.
 
LUIZ AUGUSTO BATISTA BRITO - Professor Titular, Doutor do Depto. de Medicina Veterinária da Escola de Veterinária da UFG.
 
RESUMO
 
Avaliação dos tratamentos empregados no controle da papilomatose cutânea bovina em rebanhos leiteiros, utilizando-se 120 animais, de diferentes propriedades, próximas ao município de Goiânia, Goiás. Os animais foram divididos em seis grupos de 20 bovinos, e cinco grupos deles submetidos a diferentes tratamentos, com um grupo controle, portanto. Utilizaram-se como tratamentos a autohemoterapia, o clorobutanol, a diaminazina, o levamisole e a autovacina, e todos os grupos foram tratados com um intervalo de sete dias entre as aplicações, consecutivamente, durante quatro semanas. Procedeu-se à avaliação pela análise de variância, pelo teste Qui-quadrado e de Fisher.
Os tratamentos não apresentaram diferença significativa quando usados em papilomas do tipo pedunculado; já o clorobutanol e a diaminazina foram os mais eficazes no tratamento
de animais com papilomas do tipo plano.
 
TABELA 1.
 
Eficácia dos tratamentos com clorobutanol,
auto-hemoterapia, autovacina, diaminazina e levamisole.
 
Tratamentos Eficácia do tratamento
 
Clorobutanol Eficaz 12 - Não Eficaz  8 - Total 20
Autohemoterapia Eficaz 10 - Não Eficaz 10 - Total 20
Autovacina Eficaz 10 - Não Eficaz 10 - Total 20
Diaminazina Eficaz 9 - Não Eficaz 11 - Total 20
Levamisole  Eficaz 5 - Não Eficaz 15 - Total 20
 
* No grupo controle só dois animais apresentaram cura espontânea,
enquanto dezoito permaneceram doentes.
 
BIBLIOGRAFIA
 
 
- TEIXEIRA J. - BRASIL-CIRÚRGICO, Órgão oficial da Sociedade Médico-Cirúrgica do Hospital Geral da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, vol. II, março de 1.940, número 3, páginas 213 – 230.-
 
- The American Journal of Surgery” (May, 1.936 – pag. 321),        AUTOHEMOTRANSFUSÃO in Preventing Postoperative Lung        Complications, Dr. MICHAEL W. METTENLEITER, Nova York).
 
- SHAKMAN, S. H. THE AUTOHEMOTHERAPY REFERENCE MANUAL, the definitive guide to the literature, Institute of Science, Santa Monica, United States of America, 1998.
- IMUNOTERAPIA: O impacto médico do século. Ricardo Veronesi. MEDICINA DE HOJE – MARÇO DE 1976.
 
- GUYTON, Tratado de fisiologia médica, 8ª edição, editora  Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 1992.
 
- JUNQUEIRA & CARNEIRO, Histologia básica, 8ª edição, editora  Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 1995.